O quarto e último dia de viagem do PsoTR (Portugal Social On The Road) trouxe consigo uma visita a uma cooperativa do setor de solidariedade social e um encontro... inesperado.
A diversidade do setor da Economia Social esteve em destaque no terceiro dia do PsoTR, com a visita a cooperativas agrícola e cultural.
No segundo dia da Academia que viaja pelo mundo da Economia Social, uma única paragem: Castelo de Paiva. A manhã e a tarde de hoje foram passadas num complexo turístico a que estão ligadas duas cooperativas locais: a CooperatiPaiva e a DouroCater.
Arrancou hoje a sexta edição da iniciativa promovida pelo Instituto Padre António Vieira (IPAV) e pela Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES). Durante quatro dias, mais de 20 participantes vão poder conhecer a riqueza, a diversidade e o modo de funcionamento do setor da Economia Social. Primeira paragem: Matosinhos.
Os dias finais do Portugal Social on the Road foram passados a conhecer a realidade cooperativista e um grupo dedicado à solidariedade social. Entre viagens, os participantes da semana puderam usufruir de paisagens inigualáveis e atividades lúdicas, para além da componente cívica. Ao quinto dia, a 15 de julho, a viagem seguiu até Oliveira do Bairro para uma visita às instalações da Calcob – Cooperativa Agrícola. Este espaço dedica-se à comercialização de produtos hortícolas provenientes de associados.
A Cidade do Conhecimento foi o destino de mais um dia na academia Portugal Social on the Road, com uma visita a algumas das valências de A Previdência Portuguesa, bem como momentos de reflexão sobre valores mutualistas. O Jardim de Infância da instituição (JIPP) integra o ensino pré-escolar, uma creche e ainda uma sala para crianças entre os 2 e 3 anos de idade. Durante o Verão e, apesar da continuidade de um carácter educativo permanente, oferece atividades mais lúdicas àqueles que frequentam o espaço.
A semana Portugal Social on the Road continua a seguir viagem. A paragem do dia foi em Miranda do Corvo, para uma visita à Fundação Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP). Falar da ação institucional da ADFP é incluir um universo heterogéneo de apoios destinados à área social. Desde a assistência prestada a idosos, bem como à infância e juventude e, ainda, à mulher vítima de violência doméstica até à prestação de cuidados de saúde e apoio à deficiência, passando pelo acolhimento de refugiados, a valência da fundação define-se pela extensão de apoios a muitas das franjas societárias com necessidades a colmatar.
Mais um dia da academia dedicada à área social. Hoje a visita decorreu na CERCIPENICHE – Cooperativa de Reabilitação. Este é um espaço que se constituí por unidades distintas, entre elas, o Centro de Reabilitação Profissional (CREAP), que oferece a jovens com deficiência ou incapacidade a oportunidade de aprender uma profissão. Existe também o Centro de Recursos para a Inserção Social e Comunitária (CERISC) e, ainda, o Centro de Respostas Integradas (CERIN), bem como o Centro de Recursos para a Inclusão (CRI).
Começou hoje mais uma edição da iniciativa que resulta da parceria entre a Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES) e a Forum Estudante. A ideia da semana - Portugal Social on the Road - é visitar cinco localidades diferentes e cinco instituições de cariz social.
O quinto dia da semana dedicada à economia social teve como factor comum o rio e a cultura a ele associada – factores ligados à atividade das instituições locais. Quando o presidente da GSSDRC de Miro perguntou a Manuel Bento se queria deixar algumas palavras aos 50 participantes do Portugal Social on the Road, o barqueiro foi breve: “só quero dizer que esta era uma vida dura”. De pé no leito do Mondego, dentro da canoa típica desta região, o barqueiro apontou para a ponte do IP3 e acrescentou: “não havia esta estrada. Nem outras. A estrada era o rio”.
Seguindo para norte, a boleia da economia social passou por Moimenta da Beira e Penacova, no quarto dia. A primeira paragem ocorreu na Cooperativa Agrícola do Távora. Vítor Pereira, gestor operacional, recebeu os participantes, salientando o papel das cooperativas na economia das regiões onde se inserem, nomeadamente através do investimento em soluções inovadoras. “Portugal tem uma coisa que poucos povos têm –microclimas diferenciados. Isso poderá potenciar o país através da aposta em produtos diferentes”.
O Portugal Social on the Road continua a sua viagem pela economia social. No terceiro dia, de Castelo Branco à Serra da Estrela houve novas histórias e lugares para conhecer. A aventura começou logo pela manhã com uma visita à Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental. A APPACDM de Castelo Branco inaugurou em 1973 com apenas sete crianças, três das quais ainda estão com a instituição, hoje tem três edifícios residenciais, uma escola de educação especial, um centro de formação, entre outras estruturas. A receção aos participantes foi feita no edifício da escola pela diretora técnica da instituição, Filomena Vitório. Referindo-se aos trabalhos diários aqui desenvolvidos, a diretora salientou que todos têm algo a contribuir independentemente da sua condição: "costumo dizer que aqui nesta instituição não há deficientes, se tirarem o 'd' o que é que fica? Eficientes. Aquele que consegue rasgar papel, rasga, aquele que consegue colar, cola, - é um trabalho de equipa".
O Segundo dia do Portugal Social on the Road ficou marcado pela visita ao Centro Luís da Silva, em Borba. Foi em pleno Alentejo profundo que os 50 jovens puderam ficar a conhecer o trabalho realizado todos os dias neste centro de apoio a deficientes. Aurelino Ramalho, administrador do Centro Luís da Silva, recebeu os participantes, explicando aquela que é a missão desta instituição. "Estamos a fazer um trabalho fantástico, a dar voz e vida a estas pessoas", realçou. Desejou ainda que, "no final desta visita, estejam muito mais felizes e muito mais satisfeitos".
Arrancou hoje a terceira edição do Portugal Social on the Road – a semana que dá a conhecer de perto o setor da economia social. A viagem começou no Padrão dos Descobrimentos. Perante os 50 participantes que compunham a plateia, Rui Marques, CEO da Forum Estudante, deu as boas-vindas: “esta é uma semana inesquecível, onde é possível aprender, ter tempo de diversão, fazer amigos e conhecer diferentes cidades”. “Desejo-vos uma fantástica semana Portugal Social”, sublinhou. Ainda relativamente aos objetivos desta semana, Rui Marques destacou que o Portugal Social on the Road colocará os jovens “em contacto com diferentes realidades sociais”, o que se apresenta como “um grande desafio para esta geração”.
No último dia desta semana, dedicada à economia social, ainda tivemos tempo de viajar até Espinho e conhecer da CERCI local. Ao chegar à Cooperativa de Educação e Reabilitação do Cidadão Inadaptado (CERCI) de Espinho fomos recebidos pela presidente, Rosa Couto que nos explicou o trabalho desenvolvido nos diferentes espaços da instituição.
O penúltimo dia da Portugal Social on the Road levou-nos à cidade invicta, deixando-nos já com sabor ao fim desta nossa aventura solidária. Dedicámos a nossa manhã a conhecer a Obra Diocesana do Porto (ODP), que conta já com 50 anos de história. No Centro da Pasteleira fomos recebidos pelo presidente desta instituição, Américo Ribeiro, que nos contou como a ODP ajuda a população mais carenciada, dirigindo os seus serviços sobretudo para as crianças e para idosos. João Pratas, colaborador dos Serviços Centrais da ODP explicou-nos que para além de uma creche, atelier de tempos livres, centro de dia e apoio domiciliário, esta instituição também tem um Centro de Apoio e Aconselhamento Familiar e 10 cantinas sociais.
A Covilhã foi o local escolhido para o 4º dia da nossa aventura social, onde ficámos a conhecer a Mutualista Covilhanense. Pela manhã e porque a viagem assim o permitiu, pudemos apreciar a bela natureza da Serra da Estrela. E chegámos mesmo a subir à Torre, o ponto mais alto de Portugal e que estava envolto num denso manto de nevoeiro.
No terceiro dia do Portugal Social on the Road fomos descobrir alguns dos encantos escondidos na serra da Lousã. Para começar bem o dia, caminhámos pela natureza pela descida da Candosa, guiados por Helena Rodrigues e Paulo Paiva, da Cooperativa de Vila Nova do Ceira. O início do passeio foi um pouco atribulado devido ao trilho de pedras e folhas escorregadias. Pelo percurso tivemos oportunidade de disfrutar de uma natureza cheia de ar puro e ver algumas espécies. Passamos pelo cruzamento dos rios Sótão e Ceira e por algumas populações.
No segundo dia ddo Portugal Social on the Road, estivemos em Fátima onde conhecemos o Centro de Apoio a Deficientes João Paulo II. A animadora sociocultural Teresa Gonçalves recebeu-nos no auditório para uma breve explicação sobre o Centro João Paulo II, onde estão alojados 192 utentes com deficiência profunda. Para além dos vários módulos de residência, esta instituição possui uma escola de educação especial e desenvolve uma série diversificada de atividades que permitem aos seus utentes desenvolverem as suas capacidades cognitivas.
Foi a partir do Padrão dos Descobrimentos que iniciámos a viagem no Portugal Social on the Road, uma semana dedicada à economia social com a CASES e a Forum Estudante. Em Lisboa, conhecemos os restantes participantes que vieram de todo o país e os animadores que nos vão acompanhar durante estes dias. Na sessão de abertura, fomos recebidos pelo diretor geral da Forum Estudante, Rui Marques e pela vice-presidente da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES), Carla Pinto. Rui Marques deu-nos as boas-vindas e explicou-nos o objetivo desta aventura: conhecer várias instituições de cariz social, de diversas vertentes e perceber qual o trabalho que desenvolvem, bem como a sua importância. Além disso, esta é também uma semana para nos divertirmos e uma oportunidade de conhecermos várias regiões do nosso país. Por isso, Rui Marques aconselhou-nos “olhos e corações bem abertos para o que vão experienciar esta semana”.